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Tempo de oportunidade

Apesar de todo pessimismo que as mídias convenientemente alardeiam em relação ao Brasil, a verdade é que estamos vivendo um momento fantástico para quem quer ver mudanças positivas. Há sinal muito forte, e em breve será mais do que isso. Digo pela evidência clara da aceleração do crescimento que já se avista.

Nossa crise não é financeira. Haja vista o alto volume de dinheiro desviado, a forma e os valores a todo momento noticiado pelos veículos de comunicação. Dinheiro tem! Nossa crise é política, e criada pelos políticos, que para resolução, nos envolve a todos, sobre tudo e principalmente, para o pagamento das despesas geradas pela crise produzida. E o custo para se manterem no poder, é imensamente maior do que os desvios já detectados.

Não haverá aumento nos preços de combustíveis e de outros produtos que conseguirá atender a demanda financeira, que necessitam estes atuais provedores do direito de nos governar, para se manterem no poder. Até porque, aqueles que podem compactuar para se perpetuarem, são tão corruptos quanto, e cobram muito caro para isto. Portanto, nos resta apenas, eliminá-los. 

Fiz este paralelo, para um melhor entendimento da evidencia do crescimento. Como podemos acreditar em crescimento, diante de todo este imbróglio político em que está passando nosso país? Diante de tanta confusão, o setor produtivo e de serviços, a partir do início do processo de impedimento contra a então presidente Dilma Vana Rousseff, retraiu e passou a aguardar o desfecho deste processo, para então ter a certeza de qual caminho seguir.

Passado o processo de impedimento, novos acontecimentos vieram à tona, e foi chegado a conclusão, que se trata de algo "infinito e eterno" e que ficar parados os levariam à estagnação financeira. Daí... A necessidade do recomeço!

Está aí a grande evidência. Está aí a grande oportunidade de nos prepararmos, enquanto gestores públicos municipais, e sairmos na frente para a busca destes investidores, que já começaram a manifestarem interesse em expandir seus negócios. 

Ribeirão das Neves nos últimos anos, tem priorizado até aqui, investimentos nas áreas habitacionais e de comércio, que são negócios de investidores que se instalam nos locais, para explorarem o potencial consumidor, e que apesar de gerar empregos, não geram riquezas. Trazem mercadorias, deixam os problemas e levam o dinheiro para outras localidades.

É preciso reinventar a forma de ocupação territorial do município. Áreas nobres não podem mais dar lugar para especulação imobiliária. É preciso ocupá-las com investimentos do setor
produtivo industrial, que produzirá aqui, mandará os produtos para fora, e trará o dinheiro das outras localidades para nossos cofres, fortalecendo a geração de trabalho emprego e geração de rendas. 

"Temos de aprender a gerar riquezas. Temos de parar de gerar pobrezas". Insistimos em repetir os vários fatores que favorecem a negociação com estes investidores, para que os mesmos se instalem aqui em Ribeirão das Neves. Ainda temos grandes extensões territoriais disponíveis, com uma topografia favorável, e com preços ainda bem competitivos, situadas em privilegiada posição geográfica, muito próximo do aeroporto internacional, e cortado pela BR-040. Temos ainda um grande contingente de mão de obras sendo exportado para os nossos
circunvizinhos, por falta de oportunidades no local. O que precisamos é de uma metodologia (que neste particular, quer dizer... "estudo detalhado e exato de toda ação que deverá ser desenvolvida para se chegar a um determinado fim"), que nos possibilite o reconhecimento aprofundado de nossas potencialidades, quais os incentivos fiscais existentes, quais as áreas institucionais disponíveis, qual a vocação de cada localidade, etc. 

Não podemos esquecer, que apesar de todos os fatores favoráveis apresentados, Minas Gerais conta com outros 852 municípios a busca destes mesmos investidores. Então, teremos de convencê-los do porquê de se estabelecerem aqui e não em outra localidade. Teremos de vender a “belezura” do nosso município. Este, é o papel do executivo municipal.

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